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    Mais um menino confuso ao ver mulheres agindo como pessoas.

    Experimentação com a própria imagem é absolutamente normal. Requer uma auto estima muito foda pra sentir-se bem sem ter que se adequar às expectativas dos outros. (Requer também dinheiro e notoriedade suficiente para que isso não te prejudique mas enfim)

    Esse tipo de postagem revela somente a insegurança de quem postou. Na visão do garoto que publica numa página do facebook chamada “Cinema Noob”, ele não consegue compreender o porquê de alguém que é atraente escolher ter uma aparência diferente.

    Porquê elas escolhem isso? Porque é DI VER TI DO!!

    Sua imagem é um aspecto muito pequeno do que você é, mas tem infinitas possibilidades de mudança a curto e longo prazo. É a primeira (e muitas vezes única) coisa que estranhos notam, e pode e deve ser usada como sua expressão artística pessoal.

    O ato de variar sua aparência também é uma brincadeira com seu ego, além de ser muito esclarecedor e interessante ter a experiência do contraste de como as pessoas te tratam dependendo das suas escolhas da sua aparência.

    “Será que vou me sentir mal se os meninos não me acharem bonita?” é uma ideia que toda menina começa a desconstruir lá na pré adolescência. A essa altura do campeonato, essas duas já devem ter transcendido a opinião de si pela forma. Já não se julgam pelo olhar potencial dos outros, se aceitam o suficiente pra brincar com a corda-bamba da estética.

    …e isso pode ser muito confuso pra uma pessoa entender quando ela nunca nem pensou sobre a aparência e o ego.

  • onde que tem o que eu procuro?

    talvez também não tenha

    se tenha se tenhar tem que tenhais

    se teima se esquema se treta se amarra se venda já pode buscar

    se gosta proposta caroça me soca e de acordo vem a caminhar

    se intento meio lento sangrento de novo por dentro não posso cansar

  • Feminista pode pegar 25 anos de prisão por dizer que Erika Hilton é homem

    Em 2020, Isabella Cêpa criticou o fato de a vereadora mais votada nas eleições municipais de São Paulo não ser uma mulher biológica

    A influenciadora feminista Isabella Cêpa, de 29 anos, pode ser condenada a até 25 anos de prisão por declarações feitas nas redes sociais durante as eleições municipais de 2020. No dia do primeiro turno, a influencer afirmou, em publicação no Instagram, que estava…

  • Ótimo.


    SE seu feminismo não inclui uma mulher trans ATÉ MESMO QUANDO A MULHER TRANS ESTÁ ATIVAMENTE LUTANDO PELOS SEUS DIREITOS, seu feminismo tem mais é que ir se foder.

  • Olá. Gostaria de saber qual é a diferença entre manterrupting e gente que interrompe só por falta de educação ou de noção mesmo. Digo, se um cara interrompe uma mulher do mesmo jeito que interrompe um homem, tem diferença? E a diferença entre mansplanning e gente que simplesmente acha que todo mundo é burro?

    Anonymous asked
  • feministacansada replied

    interromper as outras pessoas é um hábito péssimo que pode ter várias causas, costuma ser comum em gente que tem síndromes que prejudicam a atenção, ou podem ser simplesmente o reflexo da impaciência e falta de foco da pessoa como ouvinte.

    No mundo em que debates horrorosos são televisionados, vemos o uso da interrupção como ferramenta pra dominar uma conversa, basicamente afogar a voz do outro (mesmo que ela seja uma voz sensata) pra dar a impressão que você está “ganhando” uma discussão, quando na verdade não está ganhando porcaria nenhuma.

    Escutar as pessoas, escutar de verdade o que elas têm a dizer, e só formular o que você quer dizer quando tiver absorvido e entendido a perspectiva do outro é uma habilidade que deve ser treinada. É uma atividade de respeito ao outro, e faz bem pra você também, que realmente aprende a perspectiva dos outros.

    o hábito de interromper uma pessoa também pode ocorrer quando uma pessoa simplesmente acha que sabe mais do que a outra. É uma característica muito comum de homem machista presumir que ele sabe mais do que você. É inclusive muito bem documentada a simples presunção masculina de se julgar mais inteligente que uma mulher em qualquer situação. Acreditar que a capacidade de raciocínio e lógica cabem apenas ao gênero masculino, e que qualquer coisa falada por uma mulher seria fruto de emoção.

    É desse tipo de interrupção que surge o conceito do manterrupting. O homem que te interrompe porque no fundo, no fundo, não está nem um pouco interessado no que você tem a dizer, mesmo que você seja alguém tipo, uma pesquisadora renomada na área que ele estuda. Ele presume que sabe exatamente o que você vai dizer e completa. Pra esse cara a conversa é somente mais uma oportunidade de reafirmar o próprio ego.

    O mansplaining, também da mesma onda, e dentro do contexto de gênero, é o hábito de ser condescendente e presumir você não sabe alguma coisa, sem perguntar, e iniciar uma explicação que você não precisa e nunca pediu. Esse tipo de interação é principalmente difícil de lidar no ambiente de trabalho, porque você tem que ficar parada com cara de porta sendo educada pra uma pessoa que está te explicando algo que você já sabe.

    O hábito de se escutar os outros é uma prática. A comunicação eficiente é uma prática. Quando sentimentos de superioridade entre um gênero e outro estão em prática, isso dificulta a conversa e impede a troca livre de informações. Nada disso é exclusivo de homem ou de mulher, mas os termos apontam para o clichê que viraram esses hábitos, para explicar melhor as dificuldades que passamos em um mundo em que somos diferentes e iguais.

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    Um cavaleiro, um patriarca

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    “Pra ser sincero, quando eu descobri que o patriarcado não tinha nada a ver com cavalos, eu perdi o interesse”

    - Ken (Barbie, 2023)

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